Psiquiatra ou psicólogo? Aprenda a diferença.

Dr. Giovani Missio, Médico Psiquiatra do Instituto VitalMente explica qual a diferença entre um Psicologo e um Psiquiatra. Quais os sinais de que alguém precisa de ajuda de um ou de outro e quando procurar.

 

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Descubra como tratar trauma psicológico

Leia o post e descubra como tratar trauma psicológico e a relação com a psicoterapia.

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O tratamento para um trauma psicológico vai depender da gravidade do impacto causado no indivíduo, mas em geral, é feito com psicoterapia, através de conversas sobre o assunto, a chamada resiliência.

Em alguns casos podem ser receitados medicamentos para diminuir a ansiedade, para combater a depressão e para ajudar a dormir melhor.

Esse tipo de tratamento deve ser feito em todos os indivíduos que sofreram algum tipo de agressão física ou emocional, mesmo que os sintomas sejam muito leves.

Não realizar um tratamento adequado para um trauma psicológico pode fazer com que o indivíduo tenha dificuldades nos relacionamentos interpessoais por toda a vida. Isso pode trazer consequências desagradáveis, como um nível exagerado de desconfiança que pode afetá-lo no âmbito pessoal e profissional.

Alguns exemplos de situações que podem gerar um trauma psicológico são a separação dos pais, traição, assalto violento, sequestro, agressão física, bullying e graves acidentes de trânsito.

Fontes: Tua Saúde

 

Para obter mais informações sobre a psicoterapia assista: 

 

 

O que explica o medo que as mulheres tem de barata?

Não é apenas nojenta ou repugnante, quem sente medo de barata sabe a sensação de pânico que um único inseto pode causar. Também chamado de catsaridafobia, o medo de barata é uma das fobias mais comuns no mundo, especialmente entre as mulheres, entenda alguns dos motivos.

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Ansiedade feminina

Pesquisas citadas no livro Pânico, Fobias e Obsessões, editado pelo grupo do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas de São Paulo em 1994, mostram que, de fato, as mulheres têm duas vezes mais transtornos fóbico-ansiosos (de medo de multidão a claustrofobia, que é pavor de lugares fechados) do que os homens.

 

Homem não chora

Segundo a psicanalista Miriam Chnaiderman, do Instituto Sedes Sapientae, em São Paulo, o processo que leva a uma fobia (medo exagerado) é igual no homem e na mulher. O indivíduo projeta alguma aspecto indesejado de si mesmo em um objeto externo, que passa a temer. O que acontece é que, num processo inconsciente, a pessoa “escolhe” onde depositar sua fobia.

Como fica meio ridículo para um homem sair berrando quando vê uma barata, ele “elege” outros bichos para se apavorar: avião, altura (acrofobia), enfarte etc.

 

Bicho sujo e rastejante

O psicanalista Augusto Capelo, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, concorda: fobia é projeção de um conflito interno. “O objeto do medo é como uma metáfora do conflito”, explica. Seguidor dos ensinamentos do suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), que inventou o conceito de inconsciente coletivo e estudou o homem a partir de símbolos ancestrais, Capelo diz que a mulher teme a barata quando se sente “suja”, “rastejante”. “Mulher tem mais propensão à fobia”, afirma Capelo. Mas, para ele, a fobia, dentro de certos parâmetros, pode ser positiva, ajudando o indivíduo a estruturar seu mundo interior.

 

A casa é minha

A barata sempre aparece como intrusa dentro da casa, que, por definição, é um espaço feminino. “No mato ninguém tem medo de barata”, diz o psiquiatra Edson Engels dos Santos, professor do Instituto H. Ellis, de formação terapêutica. As índias, em geral, nem ligam para barata.

 

O valor do inseto

Nem todas as culturas desenvolveram esse medo. É o que ensina a antropóloga da Universidade de São Paulo Lux Vidal: “O inseto na cultura primitiva é avaliado de acordo com o seu perigo real ou com um valor explícito que aquela cultura lhe atribui”.

Fontes: Superinteressante

 

Aprenda a diferenciar Toc de mania.

O TOC é uma das doenças psiquiátricas mais comuns que existem e eles se caracterizam por pensamentos ou comportamentos exagerados, mas você sabe qual é a diferença das manias?

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É comum os perfeccionistas serem confundidos com TOC. Mas quando é a doença, aquela mania passa a ocupar muito tempo do seu dia e gasta mais energia mental do que deveria. É considerado transtorno quando a pessoa passa pelo menos uma hora do dia entre os pensamentos e rituais, causando prejuízo e sofrimento. O pensamento é sempre uma coisa ruim, é caracterizado por ser intrusivo, sem sentido, que causa sofrimento e a pessoa não consegue evitá-lo.

Ainda não há uma explicação definitiva sobre o surgimento do TOC. Sabe-se que os fatores genético e ambiental influenciam bastante. A pessoa pode desenvolver em qualquer idade, porém, é mais comum que apareça na infância, a partir de 4 ou 5 anos. E como saber que seu filho tem TOC? Prestar atenção se ele faz algum ritual que se repete inesgotavelmente e, o mais importante, se ele fica irritado quando não o faz.

Quando o TOC não é tratado, a tendência é que agrave, por isso uma criança pode crescer e ser um adulto com TOC em estágio avançado. Além de poder desencadear outros problemas: depressão, abuso de álcool, transtornos de ansiedade e tiques.

A sensação de quem tem TOC e não trata ou então não sabe o que é, é de que são loucos, não entendem o que está acontecendo. A maioria das pessoas tem vergonha de falar o que pensam e de se abrir, por isso não procuram tratamento. Mas é importante frisar que com medicação e terapia comportamental os sintomas são reduzidos drasticamente e a qualidade de vida aumenta muito.

 

Fontes: Bem Estar

Saúde do Idoso: Conheça os sintomas da doença de Pick.

Alterações de humor, comportamento e fala no idoso podem ser sintomas de doença de Pick.

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A Doença de Pick envolve a deterioração da função mental, que é causada por alterações no tecido cerebral, e que está relacionada a doenças, incluindo a atrofia dos tecidos e a presença de corpos anormais (corpos de Pick) nas células nervosas das áreas afetadas do cérebro.

A doença de Pick é uma doença rara, semelhante à demência senil/tipo Alzheimer. Esta condição afeta 1 em cada 100.000 pessoas. Afeta as pessoas de ambos os sexos, porém é mais comum nas mulheres do que nos homens. Pode ocorrer prematuramente aos 20 anos de idade, mas geralmente aparece entre os 40 e 60 anos. A idade média de instalação é aos 54 anos.

Seu início geralmente é vagaroso e insidioso. Esta condição envolve a retração dos tecidos (atrofia) dos lóbulos frontal e temporal do cérebro. Os neurônios (células nervosas) das áreas afetadas contêm material anormal (corpos de Pick). Não há plaquetas ou fibras intracelulares. A causa exata é desconhecida. Se teoriza que a doença de Pick é um distúrbio hereditário dominante.

Os sintomas são similares aos da demência senil/tipo de Alzheimer, com afasia (perda da capacidade de falar), agnosia (perda da capacidade de reconhecer objetos ou pessoas) e apraxia (perda da capacidade de movimentos). As alterações de comportamento podem ocorrer antes da perda de memória.

Entre os fatores de risco estão incluídos os antecedentes pessoais ou familiares da doença de Pick, ou de demência senil.

Os problemas com os movimentos e a coordenação (apraxia) podem ser um dos primeiros sintomas da doença.

Alterações de humor, alterações de personalidade.

·    despreocupação surpreendente e ausência de ansiedade

·    perda da iniciativa própria

·    falta de interesse (a pessoa não manifesta nenhum tipo de emoção)

·    indecisão

·    humor inadequado

·    falta de espontaneidade

·    redução do interesse pelas atividades cotidianas

·    prejuízo da capacidade de julgamento

Alterações de comportamento:

·    excessiva exploração manual do meio ambiente

·    isolamento da interação social

·    incapacidade para funcionar ou interagir em situações sociais ou pessoais

·    incapacidade para conservar o emprego

·    redução da capacidade de tomar conta de si mesmo

·    comportamento inadequado em relação ao meio ambiente

 Alterações na fala:

·    ecolalia (repetição de tudo que se fala para a pessoa)

·    a fala é incompreensível

·    afasia (redução da capacidade da linguagem, dificuldade para falar ou entender a fala)

·    incapacidade de compreender o que se fala

·    incapacidade para falar

·    incapacidade para repetir as frases

·    dificuldade de enunciação

·    redução da capacidade para ler ou escrever

·    incapacidade para nomear objetos

Outros alterações que podem se apresentar são:

· fraqueza

· aumento do tônus muscular

· incontinência urinária

· demência progressiva

· perda de memória

· perda das habilidades cognitivas e intelectuais

· distúrbios específicos na aprendizagem e na resolução de problemas: incapacidade de generalizar; perda do pensamento abstrato; prejuízo da capacidade para calcular e incapacidade para aprender.

O médico se baseia no diagnóstico inicial sobre os antecedentes e sintomas, sinais e exames, e descarta outras causas da demência, incluindo a demência causada por alterações metabólicas. O exame neurológico pode revelar sinais que variam de acordo com o sitio anatômico comprometido. Os sinais dos lóbulos temporal e frontal são os mais comumente envolvidos, dando como resultado alterações na fala e no comportamento. É possível que se haja outras anormalidades, como os sinais de liberação frontal (presença de reflexos anormais) e níveis anormais de reflexos “normais”. Os estudos psicológicos e os exames de percepção e da função cognitiva e motriz podem apresentar resultados anormais. O eletroencefalograma mostra alterações não específicas na atividade elétrica do cérebro. Uma tomografia computadorizada da cabeça mostra atrofia (perda de massa ticular) dos lóbulos cerebrais afetados. O exame do líquido cefalorraquidiano após uma punção lombar é geralmente normal

Não existe um tratamento de eficácia comprovada para a doença de Pick. É possível que seja necessária uma monitorização e a assistência dependendo dos sintomas e da progressão da doença.

Um cuidado crescente pode ser requerido para as necessidades pessoais. Eventualmente, pode haver necessidade de cuidados durante as 24 horas do dia, e a monitorização em casa ou em uma instituição que possa propiciar um ambiente seguro e que satisfaça as necessidades fisiológicas do indivíduo.

A suspensão ou a alteração de medicamentos que agravam o estado de confusão mental, ou que não são essenciais para cuidar da pessoa, podem melhorar a função cognitiva. Estas atitudes podem incluir os medicamentos como os anticolinérgicos, os analgésicos, a cimetidina, os depressores do SNC, a lidocaína e outros medicamentos.

Os distúrbios que contribuem para a confusão mental devem receber um tratamento adequado. Exemplos destes distúrbios são a insuficiência cardíaca, a redução nos níveis de oxigênio (hipóxia), os distúrbios da tireóide, a anemia, as doenças nutricionais, as infecções e as condições psiquiátricas como a depressão. A cura das doenças médicas e psiquiátricas coexistentes freqüentemente proporcionam uma ótima melhora da função mental.

Talvez seja necessário administrar medicamentos para controlar os comportamentos agitados ou agressivos, ou as condutas que ofereçam algum tipo de perigo para a própria pessoa ou para os outros.

A função sensorial deve ser avaliada e intensificada dentro do necessário, com o uso de dispositivos para surdos, óculos, cirurgia de catarata, e assim por diante.

A modificação do comportamento pode ser útil para que algumas pessoas consigam controlar condutas inaceitáveis ou perigosas. Esta modificação consiste em recompensar os comportamentos positivos ou apropriados e ignorar os inadequados (dentro dos limites de segurança). O tratamento formal de psicoterapia quase nunca é eficiente, já que pode sobrecarregar os recursos cognitivos limitados. A orientação para a realidade, com reforço repetitivo das diretrizes de comportamento do meio ambiente e de outros tipos de diretrizes, pode ajudar a reduzir a desorientação. O aconselhamento da família pode contribuir para todos enfrentarem as alterações necessárias para o cuidado do paciente em casa.

As enfermeiras, ou os auxiliares, os serviços de voluntários, os serviçais, os serviços de proteção aos adultos e outros recursos comunitários podem ser úteis para se cuidar da pessoa afetada por esta doença. Em algumas comunidades pode-se ter acesso a grupos de apoio.

Um aconselhamento legal também pode ser adequado quando a doença está em seu estágio inicial. As instruções antecipadas. Uma procuração e outras ações legais podem tornar mais fáceis tomar decisões éticas relacionadas aos cuidados da pessoa afetada pela doença de Pick.

O resultado provável deixa muito a desejar. O distúrbio progride de forma constante e rápida. A incapacidade total ocorre muito cedo. Normalmente a doença de Pick causa a morte dentro de 2 e 10 anos, geralmente por infecção, e algumas vezes por insuficiência geral do sistemas orgânicos.

        Complicações:

· perda da capacidade de tomar conta de si mesmo, ou para realizar as atividades normais

· perda progressiva da capacidade de desempenho

· perda da capacidade de interação com outras pessoas

· infecção

· redução da expectativa de vida

· maus tratos infligidos pela pessoa encarregada de cuidar do paciente, causados pelo estresse dessa pessoa

· efeitos secundários dos medicamentos utilizados para tratar do distúrbio
Fontes: Demencias.webnode.com.br

 

 

 

Quando encaminhar pacientes ao psiquiatra?

Segundo os Guidelines do National Institute for Health and Clinical Excellence ( NICE) London 2009, para os médicos não especialistas em psiquiatria e que estão tratando pacientes psiquiátricos.

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Situações nas quais, diante de um paciente com ansiedade ou depressão, recomenda-se solicitar uma interconsulta psiquiátricas

  • Tentativa de suicídio atual ou passada
  • Ideação suicida atual ou passada
  • Não resposta a duas tentativas de tratamento prévias ou realizadas pelo médico não psiquiatra
  • Antecedente pessoal ou familiar de bipolaridade
  • Presença de sintomas psicóticos
  • Não aderência ou características de personalidade que dificultem o tratamento

 

Você tem um psiquiatra de sua confiança para encaminhar seus pacientes?

Conheça o Instituto Vitalmente. Referência em psiquiatria e saúde mental há mais de 10 anos.

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Como a depressão afeta o relacionamento?

Por mais de três décadas, pesquisas indicam que pessoas que sofrem de depressão são menos satisfeitas com seus relacionamentos românticos.

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Por mais de três décadas, pesquisas indicam que pessoas que sofrem de depressão são menos satisfeitas com seus relacionamentos românticos. Mas ainda há dúvidas de como esses dois fatores se inter-relacionam. Agora, um estudo conjunto de duas pesquisadoras, Lyne Knobloch-Fedders, da Universidade Northwestern, e sua irmã Leanne, da Universidade de Illionois, procura mostrar como a incerteza relacional pode trazer explicações para esses dois problemas associados.

A incerteza relacional diz respeito a como determinados indivíduos são mais ou menos confiantes sobre suas percepções a respeito de um relacionamento interpessoal. As pesquisadoras apontam três fatores que contribuem para essa incerteza: primeiro (a) a “incerteza pessoal”, ou seja, as questões da própria pessoa sobre seu envolvimento emocional. Perguntas como “o quão certo eu estou de que esse relacionamento me satisfaz” dizem respeito a esse sentimento.

Já a (b) “incerteza do parceiro” envolve questões sobre deduzir o quanto o companheiro está envolvido com o relacionamento. E, finalmente, a (c) “incerteza vinculacional”, que é como a pessoa define o status do relacionamento e o nível do vínculo afetivo, ou seja, o quanto a pessoa deduz que o relacionamento durará. Essas foram as principais conclusões obtidas a partir do acompanhamento de casais que sofriam de depressão ou tinham problemas no relacionamento.

No estudo, aqueles indivíduos com sintomas mais severos de depressão se sentiam mais estressados dentro do relacionamento, de uma forma geral. Entre homens e mulheres, quanto maior o nível da incerteza relacional, menores os níveis de satisfação com a relação. E, finalmente, as mulheres com sintomas depressivos apresentavam questionamentos nos três fatores detalhados na primeira fase do estudo e isso era um indicativo direto da qualidade do relacionamento. Nos homens, apenas as questões levantadas pela “incerteza pessoal” já eram decisivas para determinar o nível de qualidade do relacionamento.

Os resultados indicam quais seriam os melhores tratamentos para os casais que sofrem com a depressão e a incerteza relacional no dia a dia. Ao focar o tratamento da incerteza relacional por meio de psicoterapia, isso poderia aliviar os sintomas da depressão. Ao mesmo tempo, ao tratar o transtorno depressivo, isso ajudaria os indivíduos a lidar melhor com essa incerteza na relação, levando a relacionamentos com níveis de satisfação maiores.

“Pessoas que sofrem com os sintomas da depressão acabam tendo mais questionamentos sobre suas relações emocionais, o que pode levar a uma menor satisfação”, dizem as pesquisadoras. “Se encontramos meios de lidar com as incertezas do relacionamento, isso pode aliviar a depressão e, consequentemente, deixar a relação mais leve de uma forma geral”, completam. Isso quebraria o círculo vicioso que se instalaria com as incertezas relacionais e proporcionaria uma maior sensação de bem-estar.

Fonte: Site ABP

Saiba mais sobre a dependência química.

A dependência química é alvo de uma série de julgamentos e preconceitos. Afinal, como funciona o cérebro de um dependente químico? Se trata mesmo de uma doença?

Dr. Luiz Gustavo Vala Zoldan do Instituto Vitalmente tira dúvias sobre a Dependência Química:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=KrNhuiqQCI0]

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Entenda os sintomas da esquizofrenia.

Dra Isabel Amato do Instituto VitalMente fala sobre Esquizofrenia, doença mental que acomete cerca de 1 a 2% da população geral em diferentes formas e intensidade.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=HRpQo-d0ph0]

 

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Alcoolismo: 5 sinais para reconhecer a doença.

Todo mundo sabe que alcoolismo é uma doença. Apesar disso, muita gente, por mais que beba excessivamente, não admite que pode ser um alcoolista. Por isso, reunimos cinco critérios importantes na hora de reconhecer se uma pessoa sofre de alcoolismo.

1)      Tolerância

A pessoa fica muito tolerante ao álcool, precisando de cada vez mais doses para conseguir sentir os efeitos da bebida alcoólica.

2)      Importância

Beber torna-se muito importante na vida da pessoa, que deixa de fazer coisas que antes lhe agradavam para ficar consumindo álcool. As relações familiares, pessoais e profissionais ficam prejudicadas.

Alcoolismo é a principal causa de afastamento do trabalho por drogas.

3)      Dedicação

A pessoa perde muito tempo se dedicando ao álcool. Planeja o dia a dia em função da bebida.

4)      Não conseguir parar

Por mais que fale que vai parar ou vai beber menos, a pessoa não consegue controlar os impulsos e acaba bebendo muito.

5)      Síndrome de abstinência

O organismo está tão acostumado com o álcool que, quando fica um período sem, passa a apresentar sintomas como tremores, agitação, etc.

Caso você tenha se identificado com os sinais de alcoolismo, vale ressaltar que é importante procurar um profissional da área de saúde para realizar o diagnóstico e, se preciso, começar o tratamento o mais breve possível.

Fontes: Luiz Antônio- site:  alcoolismo.com.br 

 

O Instituto Vitalmente possui equipe especialista no combate de vícios.

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